Dra. ana cláudia lima CRMV: 21576

Odontologia Veterinária em Montes Claros


A Dra. Ana Cláudia Lima cuida exclusivamente da saúde bucal de cães e gatos em Montes Claros.

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Sobre a Dra. Ana Claudia lima

Dentista para Pets

A Dra. Ana Cláudia Lima é médica veterinária especializada em Odontologia Veterinária pela Anclivepa (SP). Mas o que realmente faz diferença para o seu pet é isso: ela só atende odontologia veterinária. Não divide atenção com consultas gerais, vacinas ou internação. A boca do seu animal é o único foco.

Dra. Ana Cláudia Lima

Médica Veterinária - CRMV 21576

Membro da ABOV

Associação Brasileira de Odontologia Veterinária

O QUE É ODONTOLOGIA VETERINÁRIA

Odontologia veterinária: o que é e por que seu pet precisa

Assim como acontece com as pessoas, cães e gatos acumulam placa bacteriana, desenvolvem tártaro e podem ter dentes com infecção, fratura ou perda óssea e tumores. A diferença é que o animal não consegue te dizer que está com dor e muitas vezes esconde o desconforto muito bem.

Estudos mostram que mais de 80% dos cães e gatos com mais de 3 anos já têm algum grau de doença bucal. Na maioria dos casos o tutor não percebe, porque o animal continua comendo mesmo com dor. Por isso a avaliação odontológica periódica é tão importante quanto a vacina e a vermifugação. 

A boca do seu pet afeta o corpo inteiro

Cuidar da saúde bucal do seu pet não é estética. É prevenção de verdade.

Tem dúvida se seu pet precisa de avaliação odontológica?

Fale com a Dra. Ana Cláudia

Serviços

Do check-up à cirurgia, tudo em um só lugar

Não importa se é uma limpeza de rotina ou um problema mais sério, aqui tem o tratamento certo para o seu pet.

Consulta Odontológica Veterinária

Avaliação da boca do seu pet por completo — dentes, gengiva, palato e mucosa — com raio-x intraoral para enxergar o que o olho nu não vê.

Limpeza Dental em Cães e Gatos (Profilaxia)

É o procedimento mais importante para prevenir doenças. Feita com anestesia segura e raio-x intraoral, remove o tártaro que a escovação em casa não consegue.

Tratamento Periodontal Veterinário

Mau hálito forte, gengiva sangrando, dente mole, raiz ou furca expostas. A doença periodontal destrói o osso que sustenta o dente. O tratamento envolve sondagem, raio-x de toda a boca e raspagem subgengival, com conduta definida dente a dente.

Extração Dentária em Cães e Gatos

Indicada quando o dente perdeu suporte, está fraturado ou é foco de infecção. Procedimento cirúrgico com controle de dor no pós-operatório. O objetivo é conforto e qualidade de vida.

Tratamento de Canal em Cão e Gato (Endodontia)

Trata a polpa dentária infectada ou exposta, comum em dentes fraturados. Em casos selecionados permite manter o dente e sua função. A indicação depende do que o raio-x intraoral mostrar.

A anestesia é perigosa para o meu pet?

Mostra raízes, osso e lesões que o exame clínico não alcança. O AVDC, a AVDS e a AAHA recomendam raio-x de boca completa em todo paciente odontológico: cerca de 30% dos dentes em cães e 40% em gatos apresentam alterações que o exame clínico não detecta (Verstraete et al., AJVR).

Cirurgias

Cirurgias odontológicas e da cavidade oral

Casos mais complexos também têm solução. A Dra. Ana Cláudia realiza cirurgias com segurança, técnica e cuidado, do planejamento até a recuperação.

Rinoplastia Veterinária

Indicada para cães e gatos braquicefálicos que nascem com as narinas muito estreitas. A correção cirúrgica amplia a abertura nasal e reduz o esforço respiratório.

Estafilectomia Veterinária

Corrige o excesso de palato mole que obstrui a passagem de ar em cães braquicefálicos. Após a cirurgia o animal ronca menos, ofegar menos e tolerar melhor calor e exercício.

Palatorrafia Veterinária

Fecha a comunicação entre a boca e a cavidade nasal, congênita ou traumática. Reduz o risco de pneumonia por aspiração, a principal causa de morte em filhotes com fenda palatina não corrigida.

Tratamento de Fraturas Mandibulares e Maxilares

Seja por traumas ou fraturas patológicas em mandíbulas fragilizadas por doença periodontal avançada. O tratamento usa técnicas de fixação que preservam raízes e oclusão, devolvendo a função mastigatória.

Cirurgia Oncológica da Cavidade Oral

Nódulos, feridas que não cicatrizam, sangramento ou manchas na boca precisam de avaliação. Quando há indicação cirúrgica, são realizadas mandibulectomias e maxilectomias com planejamento por imagem.

Nossa Localização

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R. Tapajós, 188 - Melo, Montes Claros - MG, 39401-065

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(38) 99134-2007

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Dúvidas Frequentes

Informação que faz diferença


Dúvidas que os tutores tem antes de marcar a consulta com respostas diretas sobre saúde bucal de cães e gatos.

Não. Hálito forte em cão ou gato é sinal de doença, não característica da espécie. Na maioria das vezes vem de bactérias acumuladas abaixo da gengiva, inflamando e destruindo o tecido que segura o dente no lugar.

A confusão acontece porque o mau hálito aparece devagar, ao longo de meses, e o tutor se acostuma até achar que aquilo é o cheiro normal do animal. Boca saudável de cão e gato não tem cheiro ruim.

Não dá para concluir isso. Comer é instinto de sobrevivência e continua mesmo com dor. Cães e gatos também escondem desconforto por instinto, então o apetite é um dos piores indicadores de saúde bucal que existe.

Sinais mais confiáveis: mastigar de um lado só, largar a ração e voltar, comer mais devagar, engolir sem mastigar, esfregar o rosto no chão ou no sofá, virar a cara para carinho na cabeça, babar mais que o normal, ficar mais quieto ou mais irritado. A maioria dos tutores só percebe o tamanho do problema depois do tratamento, quando o animal volta a se comportar como antes.

 

Levante o lábio do seu cão ou gato e olhe a gengiva. Ela deve estar rosada e firme, colada no dente. Vermelhidão na borda, sangramento, tártaro amarelado ou marrom e dente mole são motivo de avaliação.

Procure sem esperar a consulta de rotina se aparecer: nódulo ou ferida na boca que não cicatriza, inchaço embaixo do olho, dente escurecido ou dente quebrado. Esses quatro não melhoram sozinhos e costumam piorar em silêncio.

Animais idosos são, aliás, os que mais têm doença periodontal acumulada e os que mais ganham em qualidade de vida com o tratamento.

Existe sendo oferecida, mas a ABOV e o AVDC não recomendam. O motivo é simples: a doença fica abaixo da gengiva, e num animal acordado é impossível limpar ali, medir a bolsa periodontal ou fazer o raio-x.

O que sobra é raspar o tártaro da parte da frente do dente. O dente fica mais branco, o tutor fica tranquilo, e a doença continua igual embaixo da gengiva. Costuma atrasar o tratamento de verdade em meses ou anos, além do estresse de segurar o animal à força.

O risco existe, mas é menor do que a maioria dos tutores imagina. Um estudo que acompanhou mais de 98 mil cães e 79 mil gatos (CEPSAF, Brodbelt et al., 2008) encontrou risco de morte relacionada à anestesia de 0,05% em cães saudáveis e 0,11% em gatos saudáveis.

O que reduz esse risco é preparo: exames antes do procedimento, protocolo individual para cada animal e monitoramento do começo ao fim. Vale lembrar que idade avançada não é contraindicação. O que pesa é a condição de saúde, não o número de anos. E a conta tem outro lado: deixar de tratar significa manter uma infecção ativa e dor todos os dias.

Porque o tártaro que você enxerga é a menor parte do problema. Raiz, osso e ligamento ficam abaixo da gengiva, e nada disso aparece no olho nu.

Quando todos os dentes são radiografados, cerca de 30% dos dentes em cães e 40% em gatos mostram alterações que o exame visual não tinha detectado. É por isso que o AVDC e a AAHA recomendam raio-x em todo procedimento odontológico, incl

A escovação é a melhor prevenção que existe, mas só funciona no diário. Uma ou duas vezes por semana faz pouca diferença. E ela age acima da gengiva: previne, não trata. Depois que o tártaro se formou, nenhuma escovação desfaz.

Use creme dental veterinário, nunca o humano, que tem flúor em concentração inadequada e às vezes xilitol, tóxico para cães. Petiscos dentais ajudam um pouco, principalmente os com selo do VOHC. Já osso, chifre, casco e brinquedo de nylon duro fazem o contrário: são a principal causa de dente quebrado em cachorro. A regra é a da unha: se o objeto não cede quando você aperta com a unha, é duro demais para a boca do seu cão.

 

Depende do que o seu pet tem. Boa parte das clínicas gerais faz limpeza de rotina com competência, e isso resolve os casos em que a gengiva está apenas inflamada e ainda não houve perda de osso.

A diferença aparece quando existe doença instalada: dente mole, raiz exposta, fratura, tumor, ou quando é preciso decidir dente a dente o que fica e o que sai. Essa decisão depende de raio-x intraoral e de treinamento específico para interpretar a imagem. Não é questão de um profissional ser melhor que o outro, é questão de equipamento e de rotina: quem faz odontologia todos os dias vê em um mês mais bocas do que uma clínica geral vê em um ano.

Cinco perguntas que qualquer tutor pode fazer antes de marcar, e que valem para qualquer profissional, em qualquer cidade:

  1. O procedimento inclui raio-x intraoral? Se a resposta for "só se precisar", desconfie, porque a função do raio-x é justamente mostrar o que ninguém sabia que precisava.
  2. Como é feita a anestesia e o monitoramento? Deve haver exames prévios e acompanhamento do início ao fim.
  3. Qual a formação específica em odontologia veterinária? Especialização e vínculo com entidades da área, como a ABOV, indicam atualização contínua.
  4. Eu recebo um plano de tratamento explicando o que foi feito em cada dente?
  5. A clínica oferece limpeza sem anestesia? Se oferece, procure outra.

Na prática, esses cinco pontos separam quem trata a doença de quem só deixa o dente mais branco.

Sim. A Dra. Ana Cláudia Lima (CRMV-MG 21576) atende exclusivamente odontologia veterinária em Montes Claros, com especialização pela Anclivepa-SP e vínculo com a ABOV, a Associação Brasileira de Odontologia Veterinária. Até pouco tempo atrás, casos mais complexos da região precisavam ser encaminhados para Belo Horizonte.

O atendimento recebe tutores de Montes Claros e de toda a região do Norte de Minas e do Sul da Bahia, incluindo Janaúba, Pirapora, Bocaiúva, Salinas, Januária e Espinosa. Quem vem de fora pode enviar antes, pelo WhatsApp, os exames e o raio-x que já tiver de outro veterinário, o que ajuda a organizar a avaliação.

O sorriso do seu pet merece cuidado especializado

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